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August 22, 2006
Vidas #1
Observei de perto o processo de insolvência de uma empresa. Sensação estranha. Tudo que passava, visível ou não do exterior, eu tinha conhecimento. O que mais me custou, foi perceber a perda do trabalho para inúmeros funcionários, alguns deles com mais de duas dezenas de anos de casa! A sensação de impotência da parte deles, chegava por vezes, e por ter uma relação de proximidade para com eles, a ser vivida de forma emocionada. Tudo que nasce acaba por morrer, mas gostava que a vida em concreto desde caso, tivesse tido uma duração maior.
Publicado por is às August 22, 2006 08:49 PM
Comentários
É um processo muito doloroso. Para o corpo de funcionário que, de repente se vêm sem seu trabalho, para a sociedade de um modo geral, qeu também se sente impotente diante de uma determinação superior. Tem de se fechar. Sem moderação, sem compaixão, sem uma tentativa de ver a possibilidade de reerguer a empresa. Eu fui vítma disso. O Banco onde trabalhei por mais de 10 anos, por um comunicado inesperado, do qual tomanos conhecimento por volta das cinco horas da tarde, já no dia seguinte às nove horas da manhã, estava à porta o comando de liquidantes. Foi terrível. Superei à duras penas, passados alguns anos, com muito esforço de nossa parte e de dois políticos da terra com poder de influência junto ao Poder Federala,e termos de abrir mão de muitos direitos adquiridos o Banco foi reaberto. A sensação de reentrar em suas instalações, foi, da mesma forma doloroso, estranaho.
Visita o meu blogger e me inclui, se julgá-lo merecedor, entre os teus preferidos.
Um grande abraço
Naeno
Publicado por: Naeno às October 7, 2006 08:42 PM
O QUE SOBROU
Coube-me do grande amor,
somente a dor.
E do que reguei com os meus olhos,
nenhum abrolho.
Legou-me, o amor de minha vida,
uma semente perdida,
Deixou-me em deticatória,
a mulher, que sempre foi
na minha história,
alvo das boas palavras,
um relicário cheio de penas.
Mas o que eu vou fazer,
se a minha música,
perdeu sua musa.
Será que ainda farei, sairá,
a mais, qualquer poesia,
se agora os dias
são noites sem luar
Publicado por: Naeno às October 7, 2006 08:43 PM
O QUE SOBROU
Coube-me do grande amor,
somente a dor.
E do que reguei com os meus olhos,
nenhum abrolho.
Legou-me, o amor de minha vida,
uma semente perdida,
Deixou-me em deticatória,
a mulher, que sempre foi
na minha história,
alvo das boas palavras,
um relicário cheio de penas.
Mas o que eu vou fazer,
se a minha música,
perdeu sua musa.
Será que ainda farei, sairá,
a mais, qualquer poesia,
se agora os dias
são noites sem luar
Publicado por: Naeno às October 7, 2006 08:44 PM